Quinta-feira, 30 de Abril de 2009
...

Hoje,

Apetece-me escrever

Será por estar assim?

Ou talvez só por me apetecer

Porque sinto uma tristeza dentro de mim

 

A vida é assim

Nem tudo é perfeito

Mas quando pensas em mim

Uma felicidade cresce dentro do meu peito

 

Neste dia percebi uma coisa

Que gostar não importa

E tal como uma borboleta que poisa ,

Procura a saída e não encontra a porta.

 

Carina/Soraia C

 

 



publicado por ML às 14:29
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Segunda-feira, 20 de Abril de 2009
Tu eras

Tu eras a aquela

Minha panela

Que fervias…

Quando te apetecia.

 

Quando me irritavas

Saltava-me a tampa

E quando me queimavas

Ias logo para a campa.

 

Tu eras aquela desilusão,

Que percorria em todo o corpo

Mas às vezes tinhas razão

Porque estou a viver no Porto!

 

Hugo

 



publicado por ML às 23:34
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Sábado, 28 de Fevereiro de 2009
A nossa refeição francesa



publicado por ML às 20:39
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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009
Um dia...

Um dia eu vi uma estrela,

Num dia…

Em que tudo brilhava,

Em que tudo chorava,

Em que todos olhavam,

Em que todos sorriam,

Em que todos brincavam.

 

Mas essa estrela estava longe,

Longe do mundo,

Longe de tudo,

Longe daqui,

Mas perto do céu,

 

Aquela estrela um dia apagar-se-á,

Mas ficará na memória,

Porque ela brincava,

Porque ela chorava,

Porque ela olhava por nós,

Porque ela foi-se…

 Mas ficou na nossa memória.

 

 


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publicado por ML às 00:04
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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009
Estrela

Estrela no alto,

sempre a brilhar

o céu bem escuro

parece cantar.

 

Da janela do meu quarto

eu vi-a cair,

Corri para junto dela

e consegui vê-la sorrir.

 

Ruben/João



publicado por ML às 10:47
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Estrela

Estrela,

Sim, é um nome...

Tem muitos significados:

É mulher, mãe dos filhos, é lutadora, ajuda os amigos e é brincalhona!

É inteligente e educada, dá carinho, "miminhos", dá brinquedos e presentes.

Mas, afinal, ainda não sei o seu significado. O que será?

Será um puro objecto?

Não! Eu já descobri!

É uma simples pessoa que vive comigo!

"A minha mãe!"

Sim, ela é a minha estrela!

 

Catarina



publicado por ML às 10:38
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Da janela do meu quarto

Da janela do meu quarto vejo tudo!

A miséria, a crise e a escravidão das crianças.

Dessa janela só queria ver a paz, a inteligência das crianças na escola, que aproveitassem a sua infância brincando e não trabalhando...

Mas do outro lado da janela vejo as crianças a brincar e pessoas a ajudarem-nas a aproveitar a sua infância.

Também vejo o amor e o carinho que essas mesmas crianças têm por parte dos pais e amigos.

Isto sim, é o que vejo da janela do meu quarto.

 

Catarina



publicado por ML às 10:32
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Quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008
O meu Natal

Uma vez, num lindo dia de Natal, o Sr. Joaquim foi à vila comprar presentes para a sua filha Maria.

Chegou a noite de natal e o avô da Maria serviu à mesa pato assado no forno com alho francês e batatas cozidas…tudo estava uma maravilha e comeram todos com agrado.

Chegou a hora do pai natal chegar e, quando todos adormeceram, o pai natal com a sua barriga gorda foi pela chaminé abaixo, mas quando chegou estava feliz. Tropeçou e bateu com o nariz…

Todos acordaram, claro, pois ele era gordo e fez um grande estrondo. Por isso, todos foram lá para fora e viram um grande homem gordo que até parecia que tinha roubado uma almofada do meu sofá para pôr na barriga.

Eu aproximei-me e olhei para o ver, mas ele era o pai natal que se atirou pela abertura da chaminé só para deixar prendas a quem se porta bem.

E nós ficámos felizes! Todos, menos o pai natal porque partiu o nariz e eu é que tive que entregar as outras prendas.

No outro dia de manhã acordámos e fomos para a neve brincar e fazer uns bonecos de neve.

Ao almoço comemos bacalhau cozido com alho… estava maravilhoso porque foi a minha avó que fez! Ela é uma boa cozinheira…

Gostámos do Natal e espero que o próximo tudo esteja ainda melhor…

 

Tiago P.

 

 



publicado por ML às 16:58
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Poema de Natal

O Natal é dia de alegria,

Natal com muito carinho;

Noite, gelada e fria

Noite em que se procura um miminho

 

Uma estrela cintilante

Que iluminou o mundo

A estrela muito saltitante

E mudou a vida num segundo.

 

O presépio estava maravilhoso

Todos sentiam harmonia,

O menino Jesus estava muito orgulhoso

Pela alegria daquele dia.

 

O Natal é tempo de paz

E muito amor

Que ele nos traz

E nos faz esquecer a dor

 

O Natal e sempre diferente

Nunca sabemos o que podemos esperar

O melhor é reunir toda a gente

E pelo espírito de natal, nos deixamos levar.

 

Carina F. e Soraia C.

 



publicado por ML às 16:47
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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008
À Beira do Lago dos Encantos

A acção passa-se num planeta desconhecido. As personagens estão limitadas a inventar tudo o que existe, mas que não conhecem.

Surgem várias personagens o João. Os cinco sentidos, vento, velho tempo, e a fada, preparam Adão e Eva para as novas descobertas no mundo.

Adão e Eva sabem que têm o mundo à sua espera, que podem juntar o sonho e a realidade para quererem-se manter “transparentes” por dentro.

O João falava acerca de um presente que tinha deixado noutra viagem e Adão e Eva concluíram que só podia estar a referir-se aos “mamarrachos”, as cinco figuras que eram o tacto, o ouvido, a vista, o paladar e o olfacto.

  

Carina F

 

 



publicado por ML às 21:40
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A obra

 

A acção decorre num planeta desconhecido, num tempo futuro. As personagens estão limitadas a um «mundo» no qual são obrigadas a inventar todo aquilo que sabem que existe, mas que não conhecem. Surgem várias personagens  - João, Vento, cinco Sentidos, Fada e o Velho tempo - que preparam Adão e Eva. Estes  ficam a saber que têm o mundo à sua espera, que podem juntar o sonho e a realidade e querem manter-se «transparentes» por dentro.       

 

João

 



publicado por ML às 21:33
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Quem sou eu? - telegrama

Eu sou o João. Só necessito de concentração e sou incapaz de trair um amigo especial, tenho facilidades em fazer amigos. Também sou capaz de atingir os meus objectivos. Se eu pudesse, mudava o mundo, porque muitas coisas estão mal. Eu desejaria ser mais feliz…



publicado por ML às 21:29
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Conto de Natal

Era uma vez, numa pequena aldeia, uma família muito pobre que tinha um menino doente.

Um dia, O pai, pediu ao patrão para sair um pouco mais cedo para ir comprar o presente ao filho, com o dinheiro que tinha recebido mas, o seu patrão que era egoísta  não deixou, porque não acreditava no Natal. Quando chegou a noite, a hora de estar com a família, o patrão estava sozinho. Nessa noite apareceram três pessoas para lhe mostrar uma casa, aquela em que vivia o seu empregado com a sua família e com o seu filho muito doente. Estes só tinha um presente para ele. As pessoas disseram ao homem rico para ele pensar melhor, para não ser tão egoísta e tão mau e para viver o Natal com a família.

Então, ele foi para casa, e no dia seguinte foi a casa do seu empregado com muitos presentes.

E assim, decidiu passar o dia 25 de Dezembro com a sua família.   

 

Soraia G.

 



publicado por ML às 21:24
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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008
A casa espacial

 

A casa ficava num monte muito alto. À sua volta só havia árvores e flores. A paisagem era lindíssima porque havia uma grande casa e à volta havia muitas árvores. As divisões eram: só havia um quarto e uma casa de banho, mas não havia sala de estar, todas as outras divisões eram muito grandes, havia também uma cozinha, um corredor muito grande e uma garagem onde quase cabiam dois camiões. Os candeeiros estavam cheios de enfeites grandes.

A mobília era de verga e percorria as divisões todas e também muito alta. A tecnologia era muito mais sofisticada do que a nossa. As luzes acendiam quando as pessoas passavam. As torneiras corriam água só com barulho. As portas abriam-se sozinhas. Esta casa só existia em sonhos… 

 

Soraia C.

 

 



publicado por ML às 15:10
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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008
Natal

Era uma vez, numa pequena aldeia, um rapaz que vivia com a sua mãe e os seus três irmãos. Num certo dia, quando ele estava na escola, a sua professora mandou-o fazer um conto de natal, só que ele não queria fazer porque não acreditava no pai natal e para ele, escrever aquele conto que lhe tinham pedido, era perder tempo.

Nesse mesmo dia, quando o rapaz chegou em casa, foi falar com a sua mãe sobre o que tinha acontecido na aula. Os seus irmãos quando ouviram o que ele tinha dito, ficaram muito tristes mas a sua mãe explicou-lhes tudo e disse-lhe que o pai natal existia.

No dia seguinte, quando ele chegou a escola, foi a correr para a aula e disse a professora que já acreditava no pai natal e que queria fazer o conto que lhe tinha sido proposto fazer.

A professora, ao ouvir aquilo disse –“está bem, ainda o podes fazer’’. Nessa mesma aula, ia haver um concurso e ganhava o melhor conto de natal, por isso, ele concorreu ao concurso e quando saíram os resultados, todos ficaram espantados, pois o rapaz que tantas vezes dizia que não acreditava no pai natal, ganhou aquele concurso.

Quatro dias depois, na véspera do natal, ele que nunca tinha ajudado a mãe a arranjar as coisas para a ceia, ajudou-a pela primeira vez. Foi até às compras com a mãe para comprar as prendas de natal.

O Pai Natal” pode até não existir, mas na mente das crianças, ele existe, não podemos contrariar isso! É importante continuar a sonhar…

 

Ana Torres

 

 


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publicado por ML às 17:04
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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008
Acróstico

Ver é um dom

Igual sensação não há

Sempre alerta eu estou

A espreitar para onde quer que vá

Olhar e observar aqui e acolá

 

 

A ouvir estou sempre

Útil é o ouvido

Dor nunca tenho

Igual ao meu ninguém tem!

Cada ouvido

A escutar…

Ouve-se bem!

 

O cheiro, não sei qual é!

Liberta o teu perfume

Flor, minha amiga

A rosa (sim, és tu!)

Corta-a para mim…

Tanto me faz,

O cheiro que tiver.

 

Toco numas coisas

Adoro apalpar

Cada coisa a seu jeito

Tanta coisas para mexer

O seu lado…qualquer.

 

Provo o que provar

Adoro comer

Lamber um gelado

À beira do mar

Dando para saborear

A qualquer hora pode ser

Receio que a barriga fique a doer…

 

Catarina

 

 

 



publicado por ML às 21:30
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...

Amanhã vou pôr em dia.

Unicamente palavras escritas por mim.

De verdade, tem de ser assim.

Inventar não tem razão

Como tem que ter avaliação…

Ao saber o que vou dizer?

Ouvir também o que quero saber.

 

 

Olhar é bom para ver

Ler ainda melhor para saber

Falar e cantar

Alcançar o que quero ter

Cantar o que me vai na alma

Todo o dia fico mais calma

O meu pensamento ajuda-me a entender

 

 

Todos nós somos iguais

Assim quis que fosse

Coração sereno e doce

Tudo acontece por bem

O tacto tem aquilo que tem

 

 

 

Para mim é bom viver

A toda a hora do dia

Ler dá-me alegria

Ao saber para quer

De verdade quero ter em dia

A alegria de dizer

Receber é crer!

 

Soraia  (com a preciosa ajuda da avó, Dona Joaquina)

 Como viste, falta um sentido. Completa agora tu este acróstico!

 



publicado por ML às 21:19
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A casa espacial (texto descritivo)

A casa espacial era rodeada por um grande terreno que tinha relva transparente e palmeiras gigantes e no centro do terreno havia um buraco de onde eles tiravam o petróleo.

A casa tinha vinte e duas divisões, mas as mais importantes estavam todas no décimo piso, que era a cozinha, e que se situava mesmo colada ao quarto. A sala de estar estava junto com a casa de banho, mas não era a única.

 A decoração era um pouco esquisita, tanto era moderna, como rústica.

A casa de banho tinha o tecto preto e as paredes brancas com bolas pretas e os seus móveis estavam presos na parede e eram feitos de madeira. As torneiras ligavam-se com um simples estalar de dedos e a temperatura regulava se com a voz e, se esta voz fosse mais grossa, ficava mais quente e se fosse fina, ficava fria.

 A cozinha era toda moderna: o frigorífico estava metido por dentro da parede e abria-se só com a impressão digital do dono da casa, o fogão estava dentro do frigorífico e os alimentos estavam dentro das gavetas que se abriam com um simples toque de dedos.

O quarto tinha dez metros de altura, a cama estava a quatro metros do chão o por isso tinha de se subir uma escada. A cama era verde com o resto da mobília amarela e a secretária vermelha.

A casa trabalhava à base de tecnologia, as gavetas eram electrónicas, as cores das paredes mudavam diariamente e automaticamente…

 

  Renato

 

 



publicado por ML às 15:16
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Sábado, 18 de Outubro de 2008
Agora é a sério!!!!

                                                                 Olá a todos  

 

Este é o blogue do 8ºA, o nosso blog. Neste blog queremos mostrar do que somos capazes de fazer.

Neste espaço vamos mostrar textos da disciplina de Língua Portuguesa, os fantoches e as marionetes que estamos a fazer em artes.

Ao longo do ano iremos ainda mostrar mais coisas…

 

                                      Voltem sempre e comentem o nosso blogue!

                                                  8ºA,  melhor não há…

 



publicado por ML às 23:30
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